Floresceu em noite escura neste jardim sem cores.
De tão bela pétala, desfigurava-me.
Bebi do orvalho que ali se abrigava.
Mas era sem vida debaixo de sua sombra.
Em prantos, inundava-me aos poucos.
Querendo transbordar, avancei.
E, no instinto, de Narciso fiz meu alimento.

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