Há uma palavra que me causa medo.
A este medo chamo de Tempo.
Tem na pronúncia o som do trovão.
Costuma chover lento e manso.
Mas, profundo, engana-me.
De longe, parece sopro.
De perto, é vendaval.
Está no caminho que passou.
Ainda é caminho que ando.
Será sempre caminho a ser.
Tenho medo.
Arrisco-me.
Também tenho medo, amorinha.
ResponderExcluirEis uma versão em poema para o que eu falei lá no blog, em prosa, na penúltima postagem...
Arriscar, o que nos resta além disso?!
Vamos, com coragem.
Boa sorte daí.
Um beijo,
Tá.
Ta! Leio seus poemas e vejo que andamos na mesma sintonia, mas nem vou comentar o porquê. hahahahaha
ResponderExcluirora pois, não há dúvidas!
ResponderExcluirmuito boa sorte pra nós, né?
que o Deus nos ajude, amém!
Uuuauu...assim como a sua amiga, sou seu fan de carteirinha...por que eu adoro kda palavrinha q se cria nessa mente...só torna voce mais interessante ainda p esse admirador...
ResponderExcluirMais uma vez...palavras brilhantes!
Dom Luis Augusto, te adoro tanto hein!
ResponderExcluirAi ai ai...eu causo isso nas pessoas, eu sei! brincadeirinha...bom é saber q causo isso em voce...não sabe a importancia! TE ADORO tanto...
ResponderExcluirQuando pomos o pé fora da cama nos arriscamos. Todos se arriscam a cada segundo na vida. Alguns arriscam pouco, outros arriscam tudo. Mas isso ainda é modo de dizer. Há alguém que de fato arriscaria tudo? O orgulho, a segurança, a sanidade por outra pessoa? Ai reside o amor ideal...mas real, possível?
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