Parei de escrever porque a vida chamava lá fora na rua, na lua, nos outros. Parei de escrever porque o dia de sol brilhante ofuscou a linha torta em que eu tentava inserir opiniões retas. Parei de escrever para poder ver além. Parei de escrever para aquecer as mãos segurando uma xícara de café. Parei de escrever para afagar a espécie canina de raça indefinida que me chamava para brincar. Parei de escrever porque o pensamento queria fugir para um lugar onde houvesse lembrança boa. Parei de escrever porque Morfeu veio me visitar. Parei de escrever para sonhar. Hoje, voltei a escrever, timidamente e sem fervor, para não atrapalhar a calmaria que ainda há.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Parei!
Parei de escrever porque a vida chamava lá fora na rua, na lua, nos outros. Parei de escrever porque o dia de sol brilhante ofuscou a linha torta em que eu tentava inserir opiniões retas. Parei de escrever para poder ver além. Parei de escrever para aquecer as mãos segurando uma xícara de café. Parei de escrever para afagar a espécie canina de raça indefinida que me chamava para brincar. Parei de escrever porque o pensamento queria fugir para um lugar onde houvesse lembrança boa. Parei de escrever porque Morfeu veio me visitar. Parei de escrever para sonhar. Hoje, voltei a escrever, timidamente e sem fervor, para não atrapalhar a calmaria que ainda há.
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