quinta-feira, 30 de maio de 2013

Tempo perdido é tempo não vivido!

Ah, o arrependimento! Palavrinha feia e amargurada. Mora no tempo passado e não aproveitado. Mora no tempo perdido da escolha errada. Mora na intenção que não virou ação. Agora mora no meu pensamento, fazendo fronteira com o desejo que não realizei. E o cálculo é simples: o arrependimento aumenta na mesma proporção do desejo. Faz o querer ser mais urgente. Na urgência, revelo minha intenção, coloco em risco meus planos de conquista. De dominação passo a dominada pela necessidade de ter de volta o momento exato em que não disse, não fiz, não vivi. Arrependimento, teus dias estão contados!


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