Desde a ejaculação até a hora da morte, estamos numa competição.
Do simplório espermatozóide atleta atá o derradeiro momento em que a morte se apresenta.
Tanta luta e o final é a derrota, fatal, certeira e perpétua.
Pessimismo? Se o fim é o que importa.
Da manhã até à noite, tudo é competição.
Adversários do tempo, do calor, da vaidade, da saudade...
Tudo é uma questão de conquistar mais, estar melhor, ser maior.
E este é o viver.
Talvez, morrer seja aceitar que só se é vencedor em vida, sem medalhas e sem condecorações.
Querer mais, ir mais longe, chegar mais alto e deixar a vida acontecer.
e penso que a principal batalha é contra nós mesmos, sabe?
ResponderExcluiro maior inimigo mora no espelho...
morrer é simples... já viver...
um beijo, flô!
Talita.